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“A Odisseia de Homero”

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Não é apenas para quem gosta de bichos. Indicamos “A Odisseia de Homero” para quem está atrás de uma boa história. Gwen Cooper é uma americana que em companhia de seus três gatos se muda de Miami para Nova York em busca de novas oportunidades de trabalho e, quem sabe, novos amores. Esse livro é o resultado das aventuras de Gwen e, em especial, de seu gato cego Homero, um valente bichano que a despeito de sua cegueira parece estar sempre disposto a dar um salto rumo ao infinito! Imperdível é o relato de uma pessoa comum que estava em Manhattan durante o 11 de setembro e teve a experiência de ter de deixar para trás seus bichos de estimação… e de recuperá-los!

Assista ao vídeo em inglês da autora com Homero:


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"O Curinga"


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Em uma fábula que demorou cerca de bilhões de 'linhas' para ser escrita, vivia esse nosso personagem. O Curinga. O Curinga não era um personagem triste, nem muito menos, como muitos pensam, um bobo da corte que faz suas peripécias para alegrar os outros. Ele era apenas mais um personagem da grande história, a história da vida, sem grandes poderes, sem grandes habilidades ou vantagens sobre seus companheiros.

Como qualquer um, nosso personagem vivia... tinha seu corpo e sua alma (se é que ele acreditava que ela existia). Acordava cedo como os Valetes de Paus para alimentar seu cachorro. Discutia com seus amigos como a Dama de Espadas, trabalhava como o Rei de Ouros e amava alguem como a Às de Copas, mas ele era Curinga.
A cada passo seus guiços o lembrava que ele era Curinga, e nada mudaria isso. Não era de Copas, nem de Ouros, nem de Paus e nem de Espadas. Era Curinga.
E como Curinga se perguntava o por que de ser tão colorido, enquanto o resto a sua volta usavam roupas padrões. Não aceitava que ele por ser Curinga não tinha seu naipe, e nunca teria, pois era, como sempre soube, apenas Curinga, e como Curinga, era como tal que deveria viver.
Enquanto Dama de Paus, senhora da sociedade, vivia a caminhar pelo baralho, posuda, esbanjando o glamour e as riquezas ganhas pelo Rei de seu naipe, o Curinga apenas se contentava em caminhar pelo baralho, sem a popozidade de um naipe de Paus, ele apenas caminhava pelo baralho.
Enquanto Oito de Ouros trabalhava sem cessar para deixar seu Rei orguhoso com seu esforço e dedicação. O Curinga, por ser Curinga, se contentava em trabalhar para viver, sem se martirizar, não deixava de caminhar pelo baralho como a Dama de Paus, trabalhava sim, mesmo as vezes caminhando.
Enquanto Valete de Espadas, rapaz jovial, esbanjava sua gloria, iluminava cada salão do baralho que entrasse, vivia as noites, as festas a alegria de cada evento como se fosse o ultimo de sua vida, o Curinga, rapaz encantador sim, talvez não tanto quanto o Valete de Espadas, mas encantador, agradavel e bonito, se divertia, frequentava as festas da sociedade, mas trabalhava, e caminhava... e era Curinga.
Não que o Curinga fosse melhor que os outros, como a Dama era como devia ser, era assim que o Curinga era, nem pior nem melhor que os outros.
E como Curinga ele via o que os outros não viam, talvez uma maldição, uma punição o deixara como um Curinga, um ser que pensava. Não aceitava apenas olhar para seu corpo, um amontuado de carne, com pelos em lugares determinados, e dentes.
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Pode ser que a Dama de Paus visse seus cabelos, afinal vivia penteando-os, mas nao como o Curinga os via.
Pode ser que o Valete de Espadas visse as estrelas e a lua acima de sua cabeça a cada festa que frequenta, mas não como o Curinga as via, e as sentia, em sua distância, em sua maravilhosa existência.
Talvez o Curinga tivesse vindo ao mundo com o defeito de ver as coisas demais e de ver todas elas em profundidade, pois enquanto o resto dos naipes estava se preocupando em viver como era de praxe cada carta se comportar, se preocupando em estudar, ir ao teatro, assistir um filme, trabalhar, comprar roupas com naipes mais bem desenhados o Curinga se dava conta do que os outros não se davam, talvez não com a mesma profundidade. Ele se dava conta de que vive.
Sim, o Curinga comprava guizos novos, trabalhava, ia ao teatro e assistia filme, mas ele não deixava de se fazer a pergunta mais básica e mais enigmática: "Mas de onde veio esse homem de borracha? Como tudo surgiu?" Mas faze-la do fundo de seu coração, não apenas se perguntar vaziamente.
E como Curinga ele aceitou viver.
"Esse texto foi com base na idéia do livro de Jostein Gaarder - O Dia do Curinga, que usa o curinga como uma figura, numa sociedade que vive muito preocupada com seu dia-a-dia, com seus deveres, trabalhos, discussões, problemas que na maioria das vezes a propria sociedade criou, e por ocupar tanto a cabeça com essas situações acaba por perder o mundo a sua volta, acaba não vendo a beleza que é estar vivo, o milagre que é isso. Não um homem caminhar sobre a água, não um cego voltar a enchergar, mas haver um homem para entrar numa água e haver um homem que mesmo não enchergando, existe. Gostei muito de como ele usou o Curinga e as cartas do baralho para mostrar isso, mostrar uma coisa que sempre pensei. Por esse motivo me encantei pelo Curinga"
Quem quiser um bom livro com o tema desse post, fica a dica!

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C u r i n g a* - Quadro imprevisível, podendo trazer curiosidades, entrevistas com pesquisadores importantes (nacionais ou internacionais), detalhes das gravações, ou qualquer outra coisa. Objetivo - Permitir o improviso, o imprevisto, o novo, o lado brincalhão e espontâneo do bobo, da criança que existe em todos nós. Um espaço para surpresas.

* Curinga, bobo da corte ou simplesmente bobo, também chamado de joker, bufão ou palhaço, é o nome pelo qual era chamados o "funcionário" da monarquia encarregado de entreter o reis e rainha e fazê-los rirem. Muitas vezes eram as únicas pessoas que podiam criticar o rei sem correr riscos. O bobo teve origem no Império Bizantino. No fim das cruzadas tornou-se figura comum nas cortes européias, e seu desaparecimento ocorreu durante o século XVII. Vestiam uniformes espalhafatosos, com muita cor e chapéus bizarros com sinos amarrados. Inspiraram tanto a 13ª carta do baralho quanto o famoso vilão, arquiinimigo do Batman. O bobo da corte divertia o rei e a corte, declamava poesias, dançava, tocava algum instrumento e era o cerimoniário das festas. De maneira geral era inteligente, atrevido e sagaz. Dizia o que o povo gostaria de dizer ao rei. Com ironia mostrava as duas faces da realidade, revelando as discordâncias íntimas e expondo as ambições do Rei. Muitas vezes se tratava de um deficiente físico (aleijado, corcundo), e em algumas tratava-se de um anão. http://pt.wikipedia.org/wiki/Curinga


Qual a cara do teu caopanheiro ?!?!?

Dizem que todo o animal de estimação se parece com o seu dono...
que pet seria sua cara metade ???

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Foto: Takkoda/divulgação/BBC

http://ovidahein.files.wordpress.com/2009/09/cachorros-takkoda-jb.jpg

Faça voce mesmo os brinquedos do seu gato



Tudo começou quando Holly Tse adotou Furball, um pacote minúsculo de energia que nunca dormia, mas só queria brincar. Para manter sua sanidade, Holly procurou em lojas brinquedos para entreter o gato maluco. Sem encontrar o que pretendia, ele proprio começou a construir brinquedos para gatos a partir de itens reciclados e descartados.

Todas as idéias do brinquedo no livro são classificados em uma ou mais das cinco categorias diferentes de brincadeira:

  • Captura - Brinquedos que incentivam o gato a pular direto para o ar, fazendo-o pensar que está a caçar um pássaro.
  • Perseguição - Estes brinquedos foram feitos para serem jogados pelo chão, simulando um rato correndo.
  • Lutar - Estes sistemas permitem o gato para testar sua força podendo agarrar o brinquedo em suas patas e garras disparando pontapés.
Cada idéia é marcada com o nível de dificuldade e tempo estimado para fazer o brinquedo. Você vai encontrar idéias para brinquedos feitos de tudo, incluindo embalagens, objetos domésticos, materiais de artesanato, artigos de escritório e escolar, roupas e até mesmo velharias.


Maiores palavras do dicionário Português


Quando eu era criança eu achava que a maior palavra da língua portuguesa era Paralelepípedo. Pois bem, hoje descobri que a maior palavra da língua portuguesa não é mais essa. Temos:
Inconstitucionalissimamente - (27 letras)
Oftalmotorrinolaringologista - (28 letras)
Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico* ( 46 letras)

*
descreve o estado de quem é acometido de uma doença rara provocado pela aspiração de cinzas vulcânicas.

Língua Portuguesa... os ditos Populares e o significado correto

Popularmente diz-se: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.'
O correcto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.'

'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.''
Enquanto o correcto é: 'Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

'Cor de burro quando foge.'
O correcto é: 'Corro de burro quando foge!'

Outro, que todos dizem de uma maneira errada: 'Quem tem boca vai a Roma.'
O correcto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar)

'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correcto é: 'Esculpido em Carrara.' (tipo de mármore)

Mais um famoso...: 'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correcto é: 'Quem não tem cão, caça como gato'.. ou seja, sozinho!

O Contador de Histórias...

Filme de Luiz Villaça, baseado em fatos reais. Belo Horizonte, fim da década de 70. Aos 6 anos, Roberto Carlos Ramos já demonstra enorme talento para contar histórias. Caçula de dez irmãos e morador de favela, é o escolhido por sua mãe para ir viver numa nova instituição anunciada pelo governo como uma oportunidade para aqueles que viviam na pobreza.
A atriz franco -portuguesa Maria de Medeiros (
Pulp Fiction Henry & June, Capitães de Abril) interpreta Margherit. Roberto Carlos é interpretado pelos atores Marco Ribeiro (6 anos), Paulinho Mendes (13 anos) e Clayton Santos (20 anos). Denise Fraga assina a produção com Francisco Ramalho Jr..


Cria a tua própria história: clicar Gerador de Histórias


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